
Fachada do TSE | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
A ministra Cármen Lúcia se despediu nesta quinta-feira (7) da presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em uma sessão marcada por aplausos de pé dos presentes. A saída ocorre de forma antecipada, após a própria ministra anunciar que deixaria o comando do tribunal antes do prazo previsto. O ministro Nunes Marques foi eleito novo presidente do TSE para o biênio 2026-2028 e assume oficialmente o cargo na próxima terça-feira (11).
Já o ministro André Mendonça ocupará a vice-presidência da Corte. À frente do TSE, Nunes Marques terá como principal responsabilidade a condução das eleições gerais de 2026, previstas para outubro, quando os eleitores irão às urnas para escolher presidente da República, governadores, senadores e deputados. Além do presidente e do vice, o plenário do tribunal é composto pelos ministros efetivos Antônio Carlos Ferreira, Ricardo Villas Bôas, Floriano Peixoto e Estela Aranha.
O TSE é formado por sete ministros no total: três oriundos do Supremo Tribunal Federal (STF), dois do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e dois advogados indicados pelo presidente da República a partir de lista tríplice. A saída de Cármen Lúcia marca o encerramento de um ciclo na presidência do tribunal, que agora se prepara para um dos períodos mais importantes de sua atuação, com as eleições gerais de 2026 no horizonte.