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Investigadores do caso do Banco Master afirmam não ter dúvidas de que Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como "Sicário", tirou a própria vida horas após sua prisão no início de março. As evidências em posse da Polícia Federal são consideradas conclusivas quanto à natureza do falecimento. De acordo com relatos, as imagens de vigilância em poder da PF não apresentam cortes nem pontos cegos, registrando claramente o momento em que Sicário, sozinho na cela, utilizou uma camisa de manga comprida amarrada às grades para se enforcar.
Pessoas que tiveram acesso às gravações destacam a rapidez com que o ato foi executado: após retornar do banheiro, Sicário agiu de forma imediata, sem demonstrar qualquer hesitação aparente. Os investigadores agora concentram esforços para compreender o que motivou Sicário a tomar tal atitude enquanto aguardava sua audiência de custódia. A Superintendência da Polícia Federal em Belo Horizonte aguarda os resultados do exame toxicológico, que poderá indicar se ele estava sob efeito de alguma substância no momento do ocorrido.
A família de Sicário alega que ainda não teve acesso às imagens de vigilância nem ao laudo do Instituto Médico Legal que determina oficialmente a causa da morte, o que mantém alguns questionamentos por parte dos familiares sobre as circunstâncias exatas do falecimento.