
Foto: Band Minas/Reprodução
A repórter Alice Ribeiro, de 35 anos, faleceu na noite de quinta-feira (16/4) após sofrer um grave acidente em Belo Horizonte, Minas Gerais. A família da jornalista autorizou a doação de seus órgãos, um gesto que poderá ajudar diversas pessoas. De acordo com a Band Minas, serão doados rins, pâncreas, fígado e córneas da repórter, embora o coração não possa ser aproveitado por inviabilidade clínica. Alice estava internada em estado grave e em coma na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital João XXIII.
A morte encefálica foi confirmada pela emissora na noite de quinta-feira, após a realização de protocolos médicos que atestaram a perda irreversível das funções cerebrais. O acidente que vitimou Alice Ribeiro ocorreu na tarde de quarta-feira (15/4), quando o carro da reportagem em que ela estava foi atingido por um caminhão na BR-381, em Sabará, região metropolitana da capital mineira.
Além da jornalista, o cinegrafista Rodrigo Lapa, de 49 anos, também perdeu a vida no mesmo acidente. Alice Ribeiro estava no veículo da reportagem quando ocorreu a colisão com um caminhão na rodovia BR-381. A jornalista foi rapidamente encaminhada ao Hospital João XXIII, onde permaneceu em coma na UTI até a confirmação de sua morte encefálica.
O cinegrafista Rodrigo Lapa, de 49 anos, que acompanhava Alice na reportagem, também não resistiu aos ferimentos do acidente Natural de Belo Horizonte, Alice Ribeiro construiu uma carreira sólida no jornalismo. Formou-se pela PUC Minas em 2015 e iniciou sua trajetória profissional como estagiária em importantes emissoras como TV Globo Minas, TV Alterosa e Record TV Minas.
Após concluir a graduação, a jornalista trabalhou como repórter na TV Leste, afiliada da RecordTV em Governador Valadares (MG), e também integrou a equipe da Rede Bahia, ligada à TV Globo. Em 2021, Alice passou a fazer parte da Band, com atuação em Brasília. Desde agosto de 2024, havia retornado a Belo Horizonte, sua cidade natal, onde continuava seu trabalho como repórter.
A repórter Alice Ribeiro deixa o marido, João, e um filho de apenas 9 meses, Pedro, além de uma trajetória profissional marcada por dedicação ao jornalismo. A doação de seus órgãos representa um último ato de generosidade que poderá transformar a vida de várias pessoas que aguardam por transplantes.