O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, explicou sua decisão de atacar o Irã durante um encontro com o chanceler alemão Friedrich Merz em Washington. Trump afirmou que a ação foi tomada preventivamente, alegando que acreditava que o Irã atacaria primeiro.
Durante a conversa no Salão Oval da Casa Branca, Trump declarou que “tudo foi destruído no Irã”, enfatizando que o país perdeu sua liderança e defesa aérea. O presidente americano também expressou seu desejo de ver “alguém de dentro” do regime iraniano assumindo a liderança do país.
Cronologia dos eventos principais:
* No sábado (28), os Estados Unidos e Israel iniciaram “grandes operações de combate” contra o Irã. Trump publicou um vídeo na rede Truth Social acusando o país de rejeitar “todas as oportunidades de renunciar às suas ambições nucleares”.
* Em resposta, o regime iraniano realizou uma série de ataques em diversos países do Oriente Médio que abrigam bases militares norte-americanas, incluindo Emirados Árabes, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia e Iraque.
* No domingo (1º), a mídia estatal iraniana confirmou a morte do líder supremo do Irã, Ali Khamenei, junto com membros de sua família, incluindo sua filha, genro, neta e esposa, em decorrência dos ataques.
* Na segunda-feira (2), Trump declarou à CNN que os Estados Unidos estavam “dando uma surra” no Irã e prometeu uma “grande onda” de ataques ainda por vir. O presidente estimou que o conflito duraria entre “quatro ou cinco semanas”.
O balanço atual do conflito indica:
* Quatro militares americanos mortos e 18 em estado grave, segundo a CNN Internacional
* 787 mortos no Irã, conforme relatório do Crescente Vermelho
* Bombardeios atingiram a Assembleia dos Especialistas em Qom e embaixadas em diversos países
O quarto dia de conflito foi marcado por intensos bombardeios na embaixada norte-americana na Arábia Saudita, além de ataques em Teerã e Beirute, demonstrando a escalada da tensão na região.