Recomendação urgente envolve escalada militar

EUA emitem alerta global e pedem que americanos deixem quase 15 países após ataques no Oriente Médio
Recomendação urgente ocorre após escalada militar envolvendo Irã, Israel e forças americanas; lista inclui países estratégicos da região
O governo dos Estados Unidos emitiu um alerta global de segurança orientando seus cidadãos a deixarem imediatamente quase 15 países do Oriente Médio, em meio à rápida escalada de conflitos na região.
A recomendação foi divulgada pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos, que classificou a situação como de “sérios riscos à segurança” e pediu que os americanos utilizem voos comerciais enquanto ainda houver disponibilidade.
O alerta abrange uma ampla área do Oriente Médio, incluindo:
A recomendação também se estende a territórios palestinos, considerados áreas de alto risco diante da intensificação dos ataques.
O aviso ocorre poucos dias após uma ofensiva conjunta dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, realizada no fim de fevereiro.
A operação atingiu diversos alvos estratégicos e resultou na morte do líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei, o que elevou drasticamente a tensão na região.
Em resposta, o Irã lançou ataques retaliatórios com mísseis e drones contra países do Oriente Médio que abrigam bases militares americanas ou mantêm aliança com Washington.
As ações iranianas atingiram ou ameaçaram diversos países, incluindo Catar, Bahrein, Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Jordânia e Iraque — todos com presença estratégica dos EUA.
A escalada do conflito provocou mortes, destruição e fechamento de espaços aéreos, além de afetar rotas comerciais e aumentar o risco para civis e estrangeiros na região.
Além da recomendação para deixar os países listados, o governo americano ampliou o alerta para cidadãos em todo o mundo.
Autoridades alertam para a possibilidade de ataques contra interesses dos EUA fora do Oriente Médio, incluindo instalações diplomáticas e locais frequentados por americanos.
O Departamento de Estado também orienta que cidadãos se registrem em sistemas de monitoramento para receber atualizações de segurança e mantenham contato com embaixadas e consulados.
O alerta acontece dentro de um cenário mais amplo de instabilidade, após o início de um grande conflito envolvendo EUA, Israel e Irã no final de fevereiro de 2026.
A ofensiva militar e as retaliações seguintes transformaram a região em um dos principais focos de tensão global, com risco de expansão para outros países e impactos econômicos, especialmente no setor de energia.