Balança comercial tem superávit de US$ 984 mi

Na terceira semana de setembro, a balança comercial registrou saldo positivo de US$ 984,2 milhões, com exportações de US$ 7,7 bilhões
A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 984,2 milhões na terceira semana de setembro, segundo dados divulgados nesta segunda-feira, 21, pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). O resultado foi obtido com exportações de US$ 7,701 bilhões e importações de US$ 6,717 bilhões no período. No acumulado do mês, a balança comercial já soma superávit de US$ 4,284 bilhões, com exportações totais de US$ 21,892 bilhões e importações de US$ 17,608 bilhões até a terceira semana de setembro.
Comparado ao mesmo período de 2025, as exportações cresceram 21,5% até a terceira semana de setembro. O desempenho por setor foi o seguinte: - A Agropecuária registrou crescimento de 12,5%, somando US$ 4,444 bilhões no período. - A Indústria Extrativa apresentou o maior avanço, com alta de 44,7%, alcançando US$ 5,774 bilhões. - A Indústria de Transformação cresceu 15,3%, chegando a US$ 11,436 bilhões.
No mesmo período de comparação, as importações registraram alta de 9,0%. O desempenho setorial foi: - A Agropecuária teve aumento de 18,0%, totalizando US$ 332,7 milhões. - A Indústria Extrativa avançou 34,8%, atingindo US$ 897,7 milhões. - A Indústria de Transformação cresceu 7,6%, somando US$ 16,278 bilhões.
De janeiro até a terceira semana de setembro, a balança comercial acumula superávit de US$ 59,601 bilhões, representando crescimento de 35,2% em relação ao mesmo período de 2025, quando o saldo positivo era de US$ 46,300 bilhões. A projeção do MDIC para o encerramento deste ano é de um superávit de US$ 90,0 bilhões na balança comercial, o que representaria crescimento de 32,3% em relação a 2025. O resultado esperado está baseado em uma previsão de US$ 394,4 bilhões em exportações e US$ 304,4 bilhões em importações ao longo do ano. Os dados reforçam o desempenho positivo da balança comercial brasileira em 2026, com crescimento expressivo tanto nas exportações quanto no superávit acumulado, impulsionado principalmente pelo setor de Indústria Extrativa.