Tiroteio em comunidade fere passageira dentro de ônibus no Rio

Tiroteio foi registrado durante um confronto entre policiais militares e homens armados na região da Comunidade do Trem, em Vicente de Carvalho, na Zona Norte do Rio. • Reprodução - Redes Sociais
Passageira foi atingida durante confronto entre PM e criminosos na comunidade do Trem, em Vicente de Carvalho, zona Norte do Rio
Uma mulher foi baleada dentro de um ônibus da linha 629 (Irajá x Saens Peña) nesta quarta-feira (12), durante um confronto entre policiais militares e homens armados na comunidade do Trem, em Vicente de Carvalho, na zona Norte do Rio de Janeiro.
A vítima foi socorrida e encaminhada ao Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha.
De acordo com a Polícia Militar, equipes do 41º BPM (Irajá) realizavam patrulhamento nas proximidades da comunidade do Trem, em Vicente de Carvalho, quando foram atacadas a tiros por criminosos.
Após o confronto, os suspeitos fugiram sem serem detidos.
Logo depois da troca de tiros, os policiais foram informados de que uma passageira havia sido atingida dentro do coletivo, que trafegava pela região da Vila Kosmos, próxima a Vicente de Carvalho.
A mulher recebeu atendimento médico e foi transportada para o Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha.
Até o momento, não há informações sobre o estado de saúde da vítima.
O policiamento foi reforçado na região de Vicente de Carvalho após o episódio.
Também não há registros de prisões relacionadas ao confronto, que se soma a uma série de casos de pessoas feridas em trocas de tiros envolvendo transportes públicos no Rio de Janeiro.
Em nota, o Rio Ônibus lamentou o ocorrido e destacou que episódios desse tipo comprometem a segurança de passageiros e rodoviários.
A ocorrência ainda estava em andamento até a última atualização das informações.
A violência nos transportes públicos do Rio de Janeiro já gerou situações extremas anteriormente, como casos em que passageiros saltaram de ônibus em movimento para escapar de assaltos.
O caso de Vicente de Carvalho reforça a preocupação com a insegurança nos transportes coletivos da cidade, onde passageiros seguem expostos a riscos durante confrontos entre forças de segurança e criminosos.