BH: três ataques a tiros deixam um morto e dois baleados

Sequência de crimes na rua Santo Inácio de Loyola, em BH, deixou um morto e dois baleados na noite de quinta-feira
Uma sequência de três ataques a tiros deixou um homem morto e outros dois baleados na rua Santo Inácio de Loyola, no bairro Jardim Felicidade, na região Oeste de Belo Horizonte, na noite de quinta-feira (28/8). Os crimes ocorreram no mesmo local e em um curto intervalo de tempo, provocando pânico entre os moradores da região. De acordo com a Polícia Militar (PMMG), o primeiro ataque aconteceu por volta das 19h55 e vitimou um homem de 28 anos. Uma testemunha que estava ao lado da vítima no momento do crime relatou aos militares que os dois estavam sentados quando um homem usando capacete se aproximou e começou a atirar.
A vítima não resistiu e morreu no local. A testemunha não foi atingida. Após o crime, a testemunha declarou aos policiais que desconhecia qualquer desavença em que o amigo pudesse estar envolvido. O irmão da vítima também esteve no local e informou que, nos últimos tempos, o familiar realizava "bicos" de moto e armazenava peças de origem duvidosa. Ele também levantou a possibilidade de o crime ter motivação passional, já que o parente mantinha envolvimento com diversas mulheres. A PMMG realizou buscas na residência da vítima e do amigo, apreendendo peças de motocicletas sem procedência definida.
O amigo foi preso em flagrante durante as diligências. Ainda durante o atendimento da primeira ocorrência no Jardim Felicidade, a PMMG foi informada sobre um segundo ataque no mesmo local. Segundo os relatos, um homem de 31 anos foi baleado e socorrido ao hospital por populares. Os militares se deslocaram até a unidade de saúde e localizaram a vítima, que confirmou ter sido atingida por tiros, mas não forneceu informações sobre possíveis motivações. Um terceiro homem também foi baleado no mesmo endereço do Jardim Felicidade, ainda durante o período das ocorrências. O estado de saúde dele não foi divulgado pelas autoridades. O caso foi encaminhado à Polícia Civil (PCMG), responsável pela investigação dos três ataques.