MC Daniel processa ex-companheira Lorena Maria e pede R$ 30 mil

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MC Daniel moveu ação penal contra a ex-companheira Lorena Maria por difamação, injúria e ameaça, pedindo indenização de R$ 30 mil
MC Daniel moveu uma ação penal contra Lorena Maria, sua ex-companheira e mãe de seu filho. O caso teve início com o protocolo de uma queixa-crime apresentada em abril deste ano. Na ação, o cantor afirmou que Lorena utilizou as redes sociais para atacá-lo publicamente, humilhá-lo e propagar ofensas pessoais. Segundo MC Daniel, a influenciadora o chamou de "capeta", "satanás" e "encarnado". As informações são da colunista Flávia Oliveira.
O funkeiro também relatou que a ex teria adotado um comportamento agressivo e ameaçador, afirmando que ele a "respeitaria na dor" e que "enfiaria a mão" em seu rosto. Ainda de acordo com a queixa-crime, MC Daniel acusou Lorena Maria de persegui-lo e de retratá-lo como um homem abusivo e degradante. Ele sustentou, ainda, que a influenciadora insinuou publicamente que teria sido vítima de ataques racistas praticados por ele e por integrantes de sua família.
Na ação, MC Daniel alegou que as publicações da ex-companheira provocaram o rompimento de contratos profissionais, perda significativa de seguidores e desgaste junto a contratantes. O cantor também afirmou que sofreu ataques direcionados a ele e aos seus familiares, sustentando que as declarações de Lorena causaram danos expressivos à sua honra, imagem e reputação.
Na queixa-crime, MC Daniel atribuiu à influenciadora a prática dos crimes de difamação, injúria e ameaça. O artista também pediu que, em eventual condenação, a pena seja aumentada pelo fato de as supostas ofensas terem sido divulgadas na internet, meio de ampla propagação. Além disso, requereu uma reparação pelos danos sofridos no valor de R$ 30 mil. O processo foi inicialmente distribuído ao Tribunal de Justiça de São Paulo. No entanto, após manifestação do Ministério Público de São Paulo apontando a incompetência do juízo para analisar o caso, a ação foi redistribuída ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro na última terça-feira (14/7). Agora, a queixa-crime segue em fase inicial, cabendo ao Judiciário decidir se será ou não recebida.