Wilton Pereira Sampaio será árbitro da abertura da Copa

Foto: X/Reprodução
Árbitro brasileiro Wilton Pereira Sampaio foi escalado pela Fifa para apitar o jogo de abertura entre México e África do Sul
O árbitro Wilton Pereira Sampaio foi escolhido pela Fifa para apitar o jogo de abertura da Copa do Mundo de 2026, entre México e África do Sul, marcado para a próxima quinta-feira (11), no Estádio Azteca, na Cidade do México. A partida está programada para as 16h (horário de Brasília), e a entidade já confirmou a escalação de arbitragem para os quatro primeiros jogos do torneio.
A equipe de arbitragem do jogo inaugural será inteiramente brasileira. Wilton Pereira Sampaio será auxiliado pelos assistentes Bruno Pires, de Goiás (GO), e Bruno Boschilia, do Paraná (PR). O VAR ficará sob responsabilidade do colombiano Nicolás Gallo, completando assim uma equipe de arbitragem de perfil sul-americano. Esta será a terceira Copa do Mundo de Wilton Pereira Sampaio. O árbitro goiano já havia participado dos torneios de 2018 e 2022, e integra o grupo de três árbitros brasileiros escalados para o Mundial, ao lado de Ramon Abatti Abel, de Santa Catarina (SC), e Raphael Claus, de São Paulo (SP).
O Brasil ainda leva o árbitro de vídeo Rodolpho Toski Marques, do Paraná (PR), e os assistentes Danilo Manis, de São Paulo (SP), Rodrigo Figueiredo, do Rio de Janeiro (RJ), e Rafael Alves, do Rio Grande do Sul (RS). Na Copa de 2022, no Qatar, Wilton Pereira Sampaio apitou a partida das quartas de final em que a França eliminou a Inglaterra por 2 a 1. Sua atuação foi alvo de críticas por parte da delegação inglesa, que apontou a não marcação de duas faltas claras sobre Kane e Saka, além da necessidade do VAR para assinalar um pênalti contra os franceses.
Apesar das polêmicas, Wilton Pereira Sampaio foi escalado para quatro jogos naquela edição, igualando o recorde de José Roberto Wright como o brasileiro com mais partidas apitadas em um mesmo Mundial. O árbitro chegou a ser cotado para comandar a final, mas os erros no jogo entre Inglaterra e França acabaram pesando contra sua indicação.