
Foto: Redes sociais/Reprodução
O monomotor envolvido no acidente no Bairro Silveira, Região Nordeste de Belo Horizonte, nesta segunda-feira (4), não tinha autorização para operar como táxi aéreo, conforme dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). A consulta ao Registro Aeronáutico Brasileiro aponta que o status da operação estava registrado como "operação negada para táxi aéreo".
Apesar da restrição operacional, o mesmo documento indica que a situação de aeronavegabilidade da aeronave era considerada "normal", o que significa que o avião estava, em tese, apto a voar dentro das condições permitidas para sua categoria. O Certificado de Verificação de Aeronavegabilidade (CVA) tinha validade até o dia 1º de abril de 2027, segundo o registro da Anac.
A aeronave, um modelo EMB-721C fabricado em 1979, está registrada no Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB) com uma empresa de Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri, em Minas Gerais. A operadora consta como Inet Telecomunicações LTDA.
O Corpo de Bombeiros confirmou ao menos uma morte, a do piloto, que ficou preso entre as ferragens após o impacto. Outras quatro pessoas estavam a bordo da aeronave no momento do acidente, e dois passageiros foram retirados com vida do local.