
© Marcello Casal Jr/Agência Brasil/Arquivo
O agronegócio brasileiro vem consolidando sua posição no cenário internacional desde o início de 2023, ampliando continuamente sua presença em novos mercados. Atualmente, o setor contabiliza mais de 616 mercados abertos em 88 destinos ao redor do mundo, com novas autorizações de exportação registradas recentemente para países como México, Chile, Costa Rica, Canadá e Peru, entre outros.
As aberturas comerciais mais recentes abrangem uma variedade de produtos, reforçando a diversidade e a competitividade do agronegócio brasileiro no exterior:
- A Costa Rica passou a receber caqui brasileiro, fruta de origem asiática que agora encontra espaço no mercado centro-americano. Em 2025, o Brasil já exportou mais de US$ 137 milhões em produtos agropecuários para o país.
- No México, foi aprovada a exportação de ração para aves ornamentais e tartarugas produzida no Brasil. O mercado mexicano é um dos mais expressivos para o agronegócio nacional, com exportações brasileiras de produtos agropecuários ultrapassando US$ 3,1 bilhões em 2025.
- A Nicarágua abriu espaço para o amendoim sem casca brasileiro, reforçando a presença nacional no mercado local. Em 2025, as vendas do agronegócio brasileiro ao país somaram mais de US$ 73 milhões, com destaque para milho, arroz, sementes, produtos florestais e rações.
- O Canadá aprovou a exportação de pâncreas suíno brasileiro destinado à indústria farmacêutica. Segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), a medida deve contribuir para agregar valor à cadeia produtiva da suinocultura brasileira. Em 2025, as exportações agropecuárias para o Canadá superaram US$ 1,3 bilhão, impulsionadas principalmente pelo complexo sucroalcooleiro, café e carnes.
- O Chile abriu mercado para a exportação de embriões ovinos e caprinos brasileiros. Em 2025, o Brasil exportou mais de US$ 2,2 bilhões em produtos do agronegócio para o mercado chileno, com destaque para carnes, produtos florestais e soja.
O avanço contínuo do agronegócio brasileiro no exterior reflete a capacidade do setor de diversificar sua pauta exportadora e conquistar novos mercados. Com mais de 616 frentes abertas em 88 países, o Brasil consolida seu papel como um dos principais fornecedores globais de produtos agropecuários, abrangendo desde commodities tradicionais até itens de maior valor agregado, como insumos farmacêuticos e material genético animal.