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A Fifa anunciou, na última terça-feira (28), um reajuste nos valores destinados às seleções participantes da Copa do Mundo, em um momento marcado por críticas aos altos preços de ingressos e transporte para os torcedores. O torneio será realizado conjuntamente nos Estados Unidos, México e Canadá. A entidade elevou em 15% as verbas destinadas às 48 seleções que disputarão o Mundial.
O valor de preparação passou de 1,5 milhão de dólares (cerca de R$ 7,4 milhões) para 2,5 milhões de dólares (aproximadamente R$ 12,4 milhões), representando um salto significativo no suporte financeiro às equipes. A compensação pela participação no torneio também registrou alta, saindo de 9 milhões de dólares (R$ 44,7 milhões) para 10 milhões de dólares (R$ 49,7 milhões). As contribuições para despesas das delegações e a ampliação da cota de ingressos somaram um acréscimo superior a 16 milhões de dólares (R$ 79,6 milhões).
As seleções classificadas entre a 33ª e a 48ª colocação receberão 10 milhões de dólares, além da ajuda de custo de 2,5 milhões de dólares para a fase de preparação. Com os reajustes aplicados, o prêmio destinado ao campeão poderá chegar a 53,5 milhões de dólares, valor próximo de R$ 270 milhões. "A Fifa tem orgulho de estar em sua posição financeira mais sólida de todos os tempos, o que nos permite ajudar todas as nossas associações-membro de uma maneira sem precedentes. Este é mais um exemplo de como os recursos da Fifa são reinvestidos no futebol", afirmou o presidente da entidade, Gianni Infantino.
No total, a Fifa prevê distribuir 871 milhões de dólares em premiações, o equivalente a R$ 4,3 bilhões. O restante da receita adicional será dividido entre as 211 federações nacionais filiadas à entidade, reforçando o compromisso da organização com o desenvolvimento do futebol em nível global.