Em uma operação militar que surpreendeu o mundo, os Estados Unidos capturaram o presidente venezuelano Nicolás Maduro durante uma série de bombardeios em Caracas e outras regiões da Venezuela na madrugada deste sábado (3). A confirmação veio através de uma foto divulgada pelo presidente Donald Trump em sua rede social Truth Social, mostrando Maduro vendado e algemado a bordo do porta-aviões USS Iwo Jima.
Os ataques, que duraram aproximadamente uma hora, começaram por volta das 2h locais (3h em Brasília), marcando o ápice de quatro meses de pressão militar contra o governo venezuelano. As forças americanas realizaram bombardeios em pontos estratégicos, incluindo:
* O Fuerte Tiuna, maior complexo militar da Venezuela, foi um dos principais alvos dos ataques coordenados
* Bases aéreas e instalações militares em estados vizinhos como La Guaira, Miranda e Aragua também foram atingidas
* A operação resultou na captura de Maduro, que estava escondido em uma fortaleza, junto com sua esposa Cilia Flores
Trump, em entrevista à Fox News, relatou que acompanhou a operação “literalmente como se estivesse assistindo a um programa de televisão”. Segundo ele, a ação foi “muito bem organizada” e não resultou em baixas americanas.
A cidade de Caracas amanheceu deserta após os ataques, com comércios atendendo através de grades para evitar saques. Agentes policiais encapuzados e fortemente armados foram vistos patrulhando a cidade e vigiando sedes estatais, enquanto aproximadamente 500 apoiadores de Maduro se reuniram em frente ao Palácio de Miraflores.
A vice-presidente venezuelana, Delcy Rodríguez, primeira na linha de sucessão, exigiu uma “prova de vida imediata” de Maduro e sua esposa. O governo venezuelano denunciou que os bombardeios afetaram populações civis, porém não apresentou evidências.
Maduro, que assumiu o poder em 2013 após a morte de Hugo Chávez, enfrentava acusações de narcotráfico pela justiça americana desde 2020, com uma recompensa de 50 milhões de dólares oferecida pelo Departamento de Estado. Trump anunciou que o líder venezuelano responderá por acusações de narcotráfico e terrorismo em um tribunal de Nova York.