Mulher trans foi espancada em outubro

TJMG nega novo pedido de liberdade e mantém prisão preventiva de acusado pela morte de Alice Alves em BH
A Justiça de Minas Gerais manteve a decisão de manter a prisão preventiva do réu acusado no caso Alice, reforçando a gravidade do crime e suas circunstâncias. A decisão foi proferida pelo desembargador Alberto Deodato Neto, que destacou os elementos que justificam a manutenção da prisão.
De acordo com o texto da decisão, a manutenção da prisão preventiva se fundamenta em diversos aspectos críticos do caso. O desembargador enfatizou que as circunstâncias do crime representam um risco significativo à ordem pública, citando especificamente “a gravidade concreta da conduta, a motivação fútil e torpe e o modus operandi cruel”.
A decisão judicial reafirma a necessidade de manter o réu sob custódia, considerando a natureza do crime e seus impactos na sociedade. O caso continua a ser acompanhado com atenção pelo sistema judiciário mineiro, que mantém sua posição quanto à necessidade da prisão preventiva.