Bolsonaro recebe protetor contra ruído na prisão; Carlos fala em ambiente hostil

Bolsonaro recebe protetor contra ruído na prisão; Carlos fala em ambiente hostil

Ex-presidente ganha protetor auricular para amenizar barulho de ar-condicionado na PF, mas filho Carlos critica medida e alega “ambiente hostil”

O ex-presidente Jair Bolsonaro, atualmente preso na Superintendência da Polícia Federal em Brasília (DF), teve suas condições de encarceramento novamente questionadas por familiares após receber protetores auriculares para amenizar o barulho de um ar-condicionado próximo à sua cela.

Carlos Bolsonaro, ex-vereador e filho do ex-presidente, utilizou as redes sociais para criticar a solução adotada pelas autoridades em relação ao ruído que, segundo ele, é “intenso” e “enlouquecedor”.

Questionamentos sobre as Condições

* Carlos Bolsonaro argumentou que, em vez de resolver a origem do problema, as autoridades optaram por fornecer protetores auriculares ao pai, classificando a medida como uma “irregularidade”.

* O ex-vereador afirmou nas redes sociais: “Diante da situação, em vez de eliminar a causa do problema, foi-lhe fornecido protetores auriculares como suposta medida”.

* Em outra manifestação, Carlos destacou que “O fato, por si só, evidencia que os responsáveis têm plena ciência de mais essa irregularidade, mantendo a condição adversa e transferir ao custodiado o ônus de suportá-la”.

Bolsonaro cumpre pena desde novembro após condenação pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), com sentença de 27 anos e três meses em regime fechado, por liderar uma organização criminosa em suposta tentativa de golpe de Estado.

Recentemente, o ex-presidente sofreu uma queda na cela, sendo diagnosticado com traumatismo craniano leve. O ministro Alexandre de Moraes autorizou sua transferência para hospital apenas no dia seguinte ao incidente.

A Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF) informou ter iniciado um procedimento para analisar as condições de saúde do ex-presidente, após receber solicitações do senador Izalci Lucas (PL-DF) e do deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO).

O caso também gerou manifestação do Conselho Federal de Medicina (CFM), que chegou a abrir uma sindicância para investigar o atendimento prestado, posteriormente anulada por determinação do ministro Alexandre de Moraes.

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