A Delegacia Antissequestro (DAS) está investigando denúncias sobre um suposto plano de sequestro contra Pedrinho, presidente do Vasco da Gama. As informações foram recebidas pelo Disque Denúncia entre o final de julho e início de agosto, alertando sobre possíveis ações de milicianos de Bangu, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.
Duas denúncias anônimas foram registradas detalhando o possível plano criminoso. As autoridades policiais informaram Pedrinho sobre a situação nesta terça-feira (5), orientando-o a reforçar sua segurança pessoal.
* A primeira denúncia foi registrada em 28 de julho, indicando que pessoas planejavam sequestrar Pedrinho nas proximidades do estádio do Vasco, em São Cristóvão, Zona Norte do Rio
* Em 1º de agosto, uma segunda denúncia mais detalhada revelou que milicianos de Bangu pretendiam se disfarçar de empresários, usando ternos, para realizar o sequestro
* O plano, segundo as denúncias, incluiria a participação de dois funcionários do clube e teria como objetivo forçar Pedrinho a realizar transferências via Pix
Em resposta às denúncias, Pedrinho declarou ao ge: “Depois das ameaças de morte e da divulgação do meu endereço, agora, fui surpreendido com a informação da polícia sobre uma denúncia de tentativa de me sequestrar. As pessoas estão ultrapassando todos os limites. É inaceitável. Confio nas autoridades policiais e tenho certeza que, em breve, os culpados serão punidos”.
O clube cruz-maltino emitiu um comunicado informando que “está colaborando integralmente com a investigação policial em andamento”.
Esta não é a primeira vez que Pedrinho enfrenta ameaças. Em novembro do ano passado, ele relatou ter recebido ameaças de morte via WhatsApp. Em julho deste ano, um influenciador divulgou seu endereço residencial nas redes sociais, levando o presidente a manifestar preocupação com sua segurança.
Na ocasião, Pedrinho declarou: “A emoção não dá direito a nada, a agressão, incentivo a violência e muito menos divulgar meu endereço. A partir de hoje, qualquer coisa que aconteça comigo ou com minha família, ele é suspeito. As pessoas não têm direito a achar que, por causa do futebol, podem fazer tudo”.