A Câmara Municipal de Belo Horizonte aprovou a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026, um marco significativo que estabelece as diretrizes para os gastos municipais do próximo ano. O projeto, que recebeu mais de 200 emendas de vereadores e da população, prevê despesas de R$ 20,6 bilhões e receita estimada em R$ 20,02 bilhões.
A LDO, componente fundamental do ciclo orçamentário anual, define as prioridades e metas da administração pública, abrangendo diretrizes da política fiscal, alterações tributárias e aplicação das agências financeiras oficiais de fomento. A votação, inicialmente programada para segunda-feira (4), foi realizada na terça-feira (5).
Entre as emendas aprovadas com parecer favorável, destacam-se:
* A Emenda 6, proposta pelo vereador Cláudio do Mundo Novo (PL), que visa aumentar a transparência nas listas de espera para cirurgias, exames e vagas em leitos hospitalares da rede municipal de saúde.
* A Emenda 48, apresentada pelo vereador Diego Sanches (Solidariedade), que fortalece as políticas de estímulo ao empreendedorismo para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA).
* A Emenda 111, de autoria da vereadora Luiza Dulci (PT), que inclui ações para fortalecer e estruturar trilhas e rotas ecoturísticas, promovendo o turismo vinculado às áreas verdes e ao patrimônio natural de Belo Horizonte.