A Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) emitiu um alerta sobre o crescente número de casos envolvendo táxis clandestinos na capital mineira. Em comunicado oficial, a administração municipal detalhou os elementos de identificação obrigatórios para veículos regularizados, visando garantir a segurança dos passageiros.
O fenômeno conhecido como “táxi pirata” ou “taxifake” tem se tornado uma preocupação crescente em Belo Horizonte, com golpistas operando principalmente em áreas de grande movimento e eventos populares.
* Os táxis regulamentados devem seguir uma padronização visual específica estabelecida pela prefeitura
* É obrigatória a presença de um crachá com foto do motorista fixado no para-brisa
* O taxímetro deve estar sempre em funcionamento durante as corridas
* A prefeitura mantém uma lista atualizada de modelos de veículos homologados para o transporte de passageiros
* Táxi convencional e táxi lotação
* Táxi premium
* Táxi acessível
A PBH enfatiza que o transporte clandestino é considerado infração gravíssima, resultando em multa de R$ 293,47, além de sete pontos na carteira de habilitação e remoção do veículo.
“Sobre a fiscalização, caso a Guarda Civil Municipal flagre um veículo (seja durante uma blitz ou ao suspeitar de alguma irregularidade) e constate algum golpe, a Guarda tomará as medidas necessárias, como a autuação ou a remoção do veículo para o pátio credenciado pelo DETRAN”, afirma a PBH em nota.
Os golpistas frequentemente utilizam carros brancos com placas luminosas no para-brisa, prática que constitui infração segundo o Código de Trânsito Brasileiro. Uma tática comum é cobrar preços fixos sem uso do taxímetro, resultando muitas vezes em valores abusivos para os passageiros.